Guia Tuta
Qual o melhor café
Depende do que você chama de melhor — e de quem provou. Os testes de café de supermercado publicados nos últimos anos são poucos, antigos ou pagos, e nenhum deles vale para sempre. O que dá para fazer em qualquer mercado é outra coisa: saber o que a lei exige de um pacote de café, o que os selos querem dizer, e o que é marketing. Este guia mostra isso, com a fonte de cada informação, e explica o que muda quando o pacote diz "café especial".
Primeiro: é café mesmo?
A regra do café torrado é do Ministério da Agricultura: a Portaria SDA nº 570, de 2022, em vigor desde 1º de janeiro de 2023. Ela é o padrão oficial de classificação do café torrado, em grão ou moído.
Pela portaria, um pacote de café só pode ter café. É proibido usar o nome "café" em produto que tenha outras espécies vegetais ou que não tenha grãos de café como ingrediente único. A norma separa três coisas:
- Impurezas: cascas, paus e outros restos do próprio pé de café.
- Matérias estranhas: detritos que não são do produto — grãos ou sementes de outras plantas, areia, pedras, torrões.
- Elementos estranhos: o que indica fraude — grãos ou sementes de outros gêneros, corantes, açúcar, caramelo e borra de café.
A soma de impurezas e matérias estranhas pode ser de no máximo 1%. Acima disso, ou com qualquer elemento estranho, o café é desclassificado e considerado impróprio para consumo. A Anvisa tem um limite à parte, para sujeira que indica falha de boas práticas: até 60 fragmentos de insetos em 25 g de café torrado e moído.
O que a fiscalização encontrou
As operações do Ministério da Agricultura mostram que a fraude acontece, e qual é a mais comum: encher o pacote de casca e pau.
- Setembro de 2023: recolhimento de oito lotes de cinco marcas. Segundo o ministério, os grãos de café tinham sido substituídos por matéria-prima com excesso de cascas e paus, para aumentar o volume. Numa força-tarefa em julho do mesmo ano, em quatro unidades da federação, foram apreendidos cerca de 20 toneladas de café e 16 toneladas de matéria-prima, e mais de 26 marcas mostraram indícios de irregularidade.
- Março de 2024: a Operação Valoriza coletou 168 amostras no país. Em julho, 14 marcas foram desclassificadas; em agosto, mais 16; em novembro, mais 7.
- Maio de 2025: três marcas, com matérias estranhas acima do limite e micotoxinas acima do tolerado.
- Maio de 2026: uma operação com a Secretaria Nacional do Consumidor, em seis estados e no Distrito Federal, interditou 19 estabelecimentos e apreendeu mais de 82 toneladas de produto — quase 6 toneladas de café pronto para venda e 76 toneladas de matéria-prima irregular.
Em todos os casos, a orientação foi a mesma: parar de consumir e pedir a troca, como prevê o Código de Defesa do Consumidor.
"Pó sabor café" não é café
Em 2025, com o preço do café em alta, apareceram nas prateleiras produtos chamados "pó para preparo de bebida sabor café". Em fevereiro, o Ministério da Agricultura apreendeu lotes em São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Em junho, a Anvisa mandou recolher produtos desse tipo por usarem matéria-prima contaminada com ocratoxina A (uma toxina de fungo) e por trazerem cascas e resíduos de café descritos no rótulo como "polpa de café e café torrado e moído". A agência também apontou rótulos com imagens e informações que confundiam o consumidor.
O nome de venda resolve: café é "café torrado e moído" ou "café torrado em grão". "Bebida sabor café" é outro produto.
O que o rótulo é obrigado a dizer
Pela Portaria 570, o pacote de café torrado tem de trazer:
- O grupo: "torrado em grão" ou "torrado e moído".
- A espécie: "100% arábica", "100% canéfora" (ou conilon, ou robusta), ou "predominantemente" uma delas, quando for mistura. "Arábica e conilon", sem dizer qual predomina, não vale.
- O ponto de torra: clara, média ou escura — ou uma classificação mais fina, de "muito clara" a "muito escura".
- "Fora de tipo", quando o café não atinge o mínimo de qualidade da norma — entre outros critérios, nota de qualidade global abaixo de 4,5 pontos.
- "Descafeinado", quando for o caso. O descafeinado pode ter no máximo 0,1% de cafeína.
- O lote e os dados de quem embalou.
A moagem (fina, média, grossa) é opcional. E há três coisas que a norma não exige: o número de registro no ministério, a porcentagem exata de cada espécie numa mistura e a data de torra.
Os selos da ABIC
A ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café) é uma associação das próprias torrefadoras. Seu selo é voluntário: as empresas associadas pagam uma contribuição mensal, e quem se associa precisa certificar ao menos um produto. A ABIC diz que analisa as amostras em laboratório e as recompra periodicamente nos pontos de venda.
O Selo de Pureza existe desde 1989. Em dezembro de 2022, a ABIC juntou o selo de pureza e o de qualidade num selo só: todo café certificado agora passa pelas duas verificações, e precisa de pelo menos 4,5 pontos de qualidade — o mesmo mínimo da Portaria 570. O selo não substitui a lei: o ministério diz que café certificado pela ABIC continua obrigado a ser classificado.
Tradicional, extraforte, superior, gourmet
Esses nomes não estão na lei. O próprio ministério diz que são categorias definidas por entidades privadas, como a ABIC.
Por muitos anos, a ABIC os definiu por uma nota de 0 a 10: 4,5 a 5,9 para tradicional ou extraforte, 6,0 a 7,2 para superior, 7,3 a 10 para gourmet. Em 2024, ela trocou a nota por um protocolo novo, que descreve estilos de bebida, sem hierarquia:
- Tradicional: amargor alto, doçura e acidez baixas, aromas de tostado, especiarias, chocolate, madeira.
- Extraforte: o mesmo perfil do tradicional, com torra moderadamente escura.
- Superior: amargor, doçura e acidez de equilibrados a baixos.
- Gourmet: amargor baixo, doçura e acidez de equilibradas a altas, com notas de caramelo, mel, amêndoas e leves florais e frutados.
- Especial: amargor muito baixo, doçura e qualidade de acidez altas a muito altas.
Pela descrição da ABIC, então, "extraforte" fala de torra e de estilo — mais escuro, mais amargo. A descrição não fala em mais cafeína. E, pelo protocolo, qualquer um dos estilos pode ser de arábica, de canéfora ou de uma mistura.
Arábica, conilon, blend, torra e moagem
Arábica e canéfora são as duas espécies de café. Conilon e robusta são nomes para a canéfora. A ABIC diz que as duas podem ter "altíssima qualidade", em blends ou puras, e que o amargor do café vem de compostos como a cafeína e os ácidos clorogênicos, e se intensifica com a torra.
Blend quer dizer mistura, de espécies ou de qualidades de grão. A norma não fixa proporção: basta misturar duas.
Torra mais escura gera mais amargor. No teste de café tradicional do Paladar, em 2022, o texto registrou que a grande indústria costuma usar torras mais intensas para esconder defeitos da matéria-prima — e o café com menor amargor da prova tinha torra um pouco mais clara e moagem mais grossa.
Moagem deve combinar com o jeito de preparar, diz a ABIC: quanto mais fina, mais tempo a água fica em contato com o pó, e mais amargo o café.
Café especial
"Especial" não é um termo definido pela Portaria 570. Ele vem do mercado de cafés de alta qualidade, e hoje tem três referências no Brasil.
1. A nota de 80 pontos. Por muito tempo, café especial foi o que alcançava 80 pontos ou mais, numa escala de 100, no formulário de prova da SCA (Specialty Coffee Association). A própria SCA, porém, adotou em 2024 um sistema novo de avaliação, e hoje define café especial de forma mais ampla: um café reconhecido por atributos distintos — de sabor, mas também de origem, produtor e processo — que por isso tem valor maior no mercado. A definição atual da SCA não usa um número único.
2. O selo da BSCA. A BSCA (Associação Brasileira de Cafés Especiais) certifica lotes com pelo menos 80 pontos de avaliação sensorial e critérios socioambientais. Cada lote recebe um selo com numeração individual, que permite rastrear a origem e o produtor.
3. O selo Especial da ABIC. Lançado em novembro de 2023, exige que o café cru tenha mais de 80 pontos pelo protocolo da BSCA e que o café torrado passe pela avaliação sensorial da ABIC, além de rastreabilidade da fazenda ao pacote.
O que olhar no pacote de um café especial
- Origem: fazenda, produtor, região. Quanto mais específico, mais fácil conferir.
- Espécie e variedade: arábica ou canéfora, e a variedade (Catuaí, Bourbon e outras).
- Processo — o que se fez com o fruto depois da colheita:
- Natural (via seca): o fruto seca inteiro, com casca e polpa.
- Cereja descascado: tira-se a casca, e o grão seca com parte da polpa grudada.
- Despolpado ou lavado: tira-se a casca e a polpa; no lavado, a polpa sai por fermentação em água. Num estudo da Universidade Federal de Viçosa, esse processo acrescentou acidez à bebida.
- Notas sensoriais: são a descrição do torrador, não uma medida.
- Indicação Geográfica: um selo registrado no INPI que protege o nome de uma região.
- Data de torra: veja abaixo por que ela importa.
Indicações Geográficas
O café é o produto brasileiro com mais Indicações Geográficas. Existem dois tipos. A Indicação de Procedência protege o nome de uma região conhecida por produzir aquele produto. A Denominação de Origem vai além: as qualidades do produto se devem ao meio geográfico, incluindo fatores naturais e humanos.
Alguns exemplos, com o ano do registro: Cerrado Mineiro (Indicação de Procedência em 2005, Denominação de Origem em 2013), Mantiqueira de Minas (Denominação de Origem em 2020), Norte Pioneiro do Paraná (2012), Alta Mogiana (2013), Matas de Minas (2020), Caparaó (Denominação de Origem, 2021), Matas de Rondônia (Denominação de Origem, 2021), Chapada Diamantina (Denominação de Origem, 2024) e Torrinha, em São Paulo (2025). A lista é maior e cresce a cada ano.
Por que a data de torra importa
O café começa a perder aroma depois da torra. Segundo o Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), a oxidação dos compostos de aroma leva ao chamado "café velho", com gosto e cheiro de ranço — e o café moído perde qualidade de 5 a 10 vezes mais rápido que o café em grão.
A validade do pacote diz outra coisa. No mesmo estudo, o ITAL registra que a embalagem comum de supermercado (a "almofada") costuma ter validade de 90 dias no mercado brasileiro, e a embalagem a vácuo, de 12 a 18 meses. Um café dentro da validade não é, necessariamente, um café fresco. Como a data de torra não é obrigatória, ela aparece mais em cafés especiais — e, quando aparece, é a data mais útil do pacote.
A válvula no pacote, aquele círculo de plástico, deixa sair o gás carbônico que o café solta depois da torra sem deixar entrar oxigênio. Ela permite embalar o café logo depois de torrado.
Como ler o rótulo
1. O nome de venda. Procure "café torrado e moído" ou "café torrado em grão". "Pó para preparo de bebida sabor café" é outro produto.
2. "Fora de tipo". Se estiver escrito, o café não atingiu o mínimo de qualidade da norma.
3. A espécie. "100% arábica", "100% canéfora", ou "predominantemente" uma delas. É obrigatório; se faltar, desconfie.
4. O ponto de torra. Também obrigatório. Torra mais escura, bebida mais amarga.
5. O selo. ABIC (e o estilo: tradicional, extraforte, superior, gourmet ou especial), BSCA ou Indicação Geográfica. Selo não é obrigação, mas diz que alguém de fora avaliou o produto — e a ABIC mantém no site uma lista dos produtos certificados.
6. Data de torra e validade. A data de torra, quando existe, diz mais sobre o frescor do que a validade.
7. Grão ou moído. O grão dura mais depois de torrado. Vale se você tem moedor.
8. O preço. Na cobertura da operação de maio de 2026, a orientação ao consumidor foi desconfiar de preço muito abaixo do mercado.
O que os testes publicados disseram
Testes de sabor ajudam, mas cada um tem júri, método e data diferentes. Abaixo, os que têm método declarado, do mais recente para o mais antigo.
Estadão Paladar, café gourmet, 2024
Nove cafés gourmet de supermercado, de R$ 15 a R$ 25 o pacote de 250 g, provados às cegas por um júri de cinco pessoas — baristas, uma jornalista especializada e uma apreciadora —, avaliando aroma, corpo, sabor, equilíbrio e persistência. 1º Melitta Cerrado, 2º Santa Mônica Intenso, 3º 3 Corações Mogiana Paulista. O ranking completo foi publicado.
Estadão Paladar, café tradicional, 2022
Onze cafés da linha tradicional, provados às cegas, em amostras numeradas, por um júri de cinco pessoas, avaliando aroma, corpo e sabor. O amargor contou como defeito. 1º Três Corações, 2º Melitta, 3º Fort — esta, segundo o texto, uma segunda linha da própria Três Corações. O ranking completo foi publicado, e o texto voltou a circular em 2024, reproduzido por outros sites.
Proteste, 2019
Vinte marcas avaliadas em rotulagem, higiene, análises físico-químicas e sensoriais. Melitta foi o "Melhor do Teste", e Maratá, a "Escolha Certa" (a melhor relação entre qualidade e preço). A associação informou que todas as amostras foram consideradas de qualidade tradicional, que três marcas passaram do limite de sujidades e que seis não traziam o prazo de consumo depois de aberto. O resultado completo, marca a marca, é exclusivo para associados.
Eles medem coisas diferentes
A Proteste mediu o que está no pacote: sujeira, rótulo, composição. O Paladar mediu o gosto de um júri, num dia. Os dois apontaram a Melitta entre as melhores, em anos e linhas diferentes. Mas o teste mais recente de café tradicional tem mais de três anos, e o café mudou de preço — e, às vezes, de receita — desde então.
Como guardar depois de aberto
A ABIC lembra que o café moído se deteriora com ar, umidade, calor, tempo e odores estranhos. A orientação é guardar o café que sobrou na própria embalagem, dentro de um recipiente bem vedado. E, se o grão perde qualidade mais devagar que o pó, moer só o que vai usar ajuda.
Então, qual escolher?
Não existe um café melhor para todo mundo. Existe o que é café de verdade — e isso o rótulo e a fiscalização ajudam a responder. E existe o que agrada você: mais amargo ou mais suave, mais encorpado ou mais ácido, o que rende pelo preço.
Um caminho prático:
- Confira o nome de venda e se não está escrito "fora de tipo". Fuja de "bebida sabor café" se o que você quer é café.
- Veja a espécie, a torra e o selo. Se gosta de café forte e amargo, o estilo tradicional ou extraforte é para isso. Se quer mais doçura e acidez, procure gourmet ou especial.
- Se for comprar café especial, procure a origem e a data de torra. Um selo numerado permite conferir de onde ele veio.
- Use os testes como pista, olhando a data.
- Prove, e compare pelo que importa para você.
É essa última parte que o Tuta existe para fazer: comparar cafés pela nota de quem comprou, por sabor e custo-benefício, com a nota refeita conforme chegam avaliações novas — e com rankings na sua cidade e por faixa etária. Um produto só entra no ranking com pelo menos três avaliações; veja como a nota é calculada. O app está em desenvolvimento, e ainda não há avaliações para mostrar: nenhum número desta página vem dele.
Como este guia foi feito
A pesquisa foi feita em 25 de setembro de 2026. A parte sobre o que é café e o que o rótulo exige vem do texto da Portaria SDA nº 570/2022, das perguntas e respostas do Ministério da Agricultura sobre ela e da RDC nº 623/2022 da Anvisa. As operações de fiscalização vêm dos comunicados do ministério e da Anvisa, lidos na imprensa quando a página oficial estava fora do ar. Os selos vêm do que a ABIC, a BSCA e a SCA publicam. Os testes vêm do que cada um publicou.
O que ficou de fora, e por quê:
- A lista de marcas desclassificadas. Os recolhimentos valem para lotes específicos, e a marca pode ter corrigido o produto depois. Os comunicados estão nas fontes.
- O prazo para consumir depois de aberto. As orientações atribuídas à ABIC que circulam falam em 15 ou em 30 dias, e não encontramos o número na página da própria associação.
- Geladeira ou freezer. Não encontramos orientação de fonte primária.
- Quanto mais cafeína tem o conilon. Os números que circulam não vêm de fonte que tenhamos conseguido abrir.
- "Fermentado" e escalas de "intensidade" nos pacotes. Não têm definição na norma, e cada marca usa do seu jeito.
- Quanto custa um café especial em relação ao de supermercado. Não encontramos levantamento de preços recente e com método.
- Um teste da Folha de S.Paulo com dez marcas, que não conseguimos abrir para confirmar a data, e rankings em vídeo baseados em compilação de laudos, não em prova.
- A lista completa de Indicações Geográficas de café, que é mantida pelo INPI e muda a cada ano.
Fontes
- Ministério da Agricultura, Portaria SDA nº 570/2022, padrão oficial de classificação do café torrado (texto reproduzido): revistacafeicultura.com.br
- Ministério da Agricultura, "FAQ – Portaria SDA nº 570, de 9 de maio de 2022": gov.br
- Anvisa, RDC nº 623/2022, limites de tolerância para matérias estranhas em alimentos: legisweb.com.br
- Metrópoles, "Governo recolhe 8 lotes de café torrado e moído por fraude e impurezas" (25/09/2023): metropoles.com
- Revista Cultivar, "Ministério da Agricultura identifica 14 marcas de café torrado impróprias para consumo" (01/07/2024): revistacultivar.com.br
- Agência Brasil, "Agricultura manda recolher 16 marcas de cafés impróprios para consumo" (02/08/2024): agenciabrasil.ebc.com.br
- CNN Brasil, "Lista: 7 marcas de cafés são consideradas impróprias para consumo, diz ministério" (27/11/2024): cnnbrasil.com.br
- CNN Brasil, "Governo divulga lista com três marcas de café impróprio para consumo" (23/05/2025): cnnbrasil.com.br
- Band, "Ministério da Agricultura apreende mais de 82 toneladas de 'cafés fake'" (30/05/2026): band.com.br
- CNN Brasil, "Agricultura apreende lotes de 'cafake' para investigação" (19/02/2025): cnnbrasil.com.br
- Anvisa, "Anvisa determina recolhimento de café fake" (02/06/2025): gov.br
- ABIC, "Certificações": abic.com.br
- ABIC, "Dúvidas frequentes" sobre certificação: abic.com.br
- ABIC, "Protocolo Brasileiro de Avaliação Sensorial de Cafés Torrados" e os estilos de café (abril de 2024): abic.com.br
- ABIC, "Dicas gerais" (28/06/2021): abic.com.br
- CaféPoint, "Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) reestrutura Programas de Certificação" (15/12/2022): cafepoint.com.br
- Notícias Agrícolas, "ABIC lança categoria Especial em seu programa de certificação" (07/11/2023): noticiasagricolas.com.br
- Revista Procampo, "Recomendações Técnicas da ABIC – Categorias de Qualidade do Café" (22/01/2019): revistaprocampo.com.br
- Specialty Coffee Association, "What is Specialty Coffee": sca.coffee
- Perfect Daily Grind, sobre o limite de 80 pontos e a nova avaliação da SCA (25/11/2024): perfectdailygrind.com
- BSCA, "Certifique seu café": bsca.com.br
- Lima e outros, "Preparo do café despolpado, cereja descascado e natural na região sudoeste da Bahia", Revista Ceres, UFV (2008): redalyc.org
- INPI, Manual de Indicações Geográficas, definições da Lei nº 9.279/1996 (revisão de 08/01/2025): manualdeig.inpi.gov.br
- Conselho Nacional do Café, Indicações Geográficas de café: cncafe.com.br
- Revista Cultivar/Embrapa, "Café segue como o produto com maior número de Indicações Geográficas no Brasil" (27/03/2023): revistacultivar.com.br
- DataSebrae, IG Chapada Diamantina: datasebrae.com.br
- DataSebrae, IG Torrinha: datasebrae.com.br
- ITAL/Cetea, "Embalagem para café torrado", Informativo vol. 16, nº 1 (2004): ital.agricultura.sp.gov.br
- Terra/Estadão Paladar, "Qual é o melhor café gourmet, moído e torrado do mercado? Teste às cegas avalia" (17/05/2024): terra.com.br
- Terra/Estadão Paladar, "Qual o melhor café moído e torrado do supermercado? 'Paladar' testou 11 marcas" (06/04/2022): terra.com.br
- Proteste, "PROTESTE anuncia o resultado do mais novo teste com cafés" (06/06/2019): proteste.org.br
- Proteste, teste de cafés: proteste.org.br

